
Documentação pericial que resiste ao contraditório
Cada laudo é escrito para suportar anos de escrutínio judicial, fundamentado em normas técnicas, evidências e metodologia transparente — não para confirmar a narrativa de quem o contrata.


Medição antes de conclusão
O laudo parte da condição real do local — instrumentos calibrados, leituras registradas, condições ambientais documentadas. Nenhuma conclusão precede a evidência.
Cada variável mensurada é rastreada até a norma aplicável. O resultado é um documento que qualquer perito contrário pode conferir — e não refutar.
Normas identificadas ponto a ponto
Normas técnicas brasileiras
NRs do Ministério do Trabalho
Orientações do TST e TRTs
NBR aplicáveis a ruído, vibração, iluminação e agentes químicos são citadas com número, edição e critério de enquadramento específico ao ambiente auditado.
Súmulas e orientações jurisprudenciais relevantes são mapeadas quando a norma técnica dialoga com precedente judicial — o laudo antecipa a linha de questionamento.
NR-9, NR-15, NR-16 e demais regulamentos do MTE são referenciados com o anexo, o quadro e o limite de tolerância exato que fundamenta cada conclusão do laudo.


Cinco etapas, zero atalhos
01 — Vistoria técnica: levantamento das condições reais do ambiente, equipamentos e processos produtivos com registro fotográfico.
02 — Medição instrumental: coleta de dados com equipamentos calibrados e rastreados ao INMETRO, conforme metodologia normalizada.
03 — Análise normativa: confronto ponto a ponto dos resultados com os limites de tolerância das NRs e NBRs aplicáveis.
04 — Redação técnica: elaboração do laudo com estrutura processual — identificação, objeto, metodologia, conclusão e referências.
05 — Revisão e assinatura: revisão crítica independente, rubrica do engenheiro responsável e ART junto ao CREA.
